quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Nunca perguntes o caminho


«Vamos supor que só supondo se vai longe. E que as pessoas, quando crescem, se dividem entre aquelas que insistem em crescer e as que desistem de o fazer. E as que insistem em crescer - supondo, sempre - abrem o peito e imaginam, caiem em tentação e (talvez por isso) não se orgulham, por vezes, de si mesmas, mas se misturam em todos os seus gestos. Mas que, ainda assim, perguntam e duvidam. E regateiam (todos os gestos!). E  namoram. Sempre. Vamos supor, ainda, que não desistes de, sem nunca to dizer, teres quem te dê a entender: "eu estou aqui!". Então, se for assim, supondo claro, vai em frente. Mas... "nunca perguntes o caminho. Porque, senão, corres o risco de nunca te perderes".» 
-Eduardo Sá

sábado, 5 de janeiro de 2013

Curta Metragem

Aqui fica uma pequena experiência que fiz com umas amigas com o objectivo de participar num concurso de curtas metragens sobre Vila Nova de Famalicão.
O tempo não foi muito mas, cá está o que conseguimos:
 
 

2013

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O ano começou há 5 dias. Mudanças? 
Talvez mas, apenas interiormente.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

«Passamos pelas coisas sem as ver,
gastos, como animais envelhecidos:
se alguém chama por nós não respondemos,
se alguém nos pede amor não estremecemos,
como frutos de sombra sem sabor,
vamos caindo ao chão, apodrecidos.»

-Eugénio de Andrade

Christmas









 Porque é que a magia do Natal não se faz sentir durante todo o ano?
 
p.s.: o Natal foi òptimo,a companhia extraordinária e a surpresa de um bilhete para o SBSR 2013 foi fantástica!!!!!!!

sábado, 22 de dezembro de 2012

:s

Momentos em que recebes uma mensagem e sentes o coração aos saltos antes de a abrir, apenas por teres visto o nome do remetente.
Que aconteça mais vezes :s

Reality


 

 Chamam o teu nome e finges que não ouves porque, por vezes, a solidão torna-se um boa companhia.
(ou até mesmo a ùnica)

«Keep on the Balaclava»





Vivemos em busca do melhor para nós próprios e tentamos construir um mundo onde só nós temos passagem. Recusamos a partilha e desprezamos a suposta «inferioridade» dos que nos rodeiam. Estamos comandados para isso. Não passamos de máquinas programadas para a rotina.
Deixamos que nos levem e que nos arranquem a vontade própria até que, entramos num ciclo vicioso impossível de ser mudado. Aos poucos, deixamos de ter crenças, sonhos e objectivos sem sequer nos apercebermos da tragédia em que nos tornamos.
Aquilo em nos inserem nem sequer merece ser chamado de «vida» pois é demasiado melancólico para tal elogio.
Somos máquinas capazes de revolucionar algo se deixarmos que a avaria nos conquiste o sistema.

p.s.: como é que o «diferente» é igual para toda a gente?