quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Sala escura




 

Naquela sala escura, os pensamentos passam para primeiro plano
Tudo o que julgavas ser insignificante, torna-se o centro da tua mente
As memórias ganham vida tal como a folha gasta que cai da árvore que está lá fora
O mundo torna-se pequeno e fica reduzido àquelas quatro paredes que tanto prezas
Deixas que pelo menos uma vez na vida, as emoções comecem a ganhar forma
Mesmo aquelas que tu sabes que podem ser prejudiciais para os que te rodeiam
Chegas até a desejar que o tempo pare num determinado momento porque,
Às vezes, parece bom de mais para ser verdade
Aí, o tempo obedece-te e ficas com uma certeza
Talvez a única que já tiveste na vida:
É ali que pertences.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013




E é a tua gentileza,simpatia e principalmente a tua diferença no meio de todos os outros, que me fazem acreditar que ainda é possível.
(é ingénuo da minha parte, eu sei.)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Nunca perguntes o caminho


«Vamos supor que só supondo se vai longe. E que as pessoas, quando crescem, se dividem entre aquelas que insistem em crescer e as que desistem de o fazer. E as que insistem em crescer - supondo, sempre - abrem o peito e imaginam, caiem em tentação e (talvez por isso) não se orgulham, por vezes, de si mesmas, mas se misturam em todos os seus gestos. Mas que, ainda assim, perguntam e duvidam. E regateiam (todos os gestos!). E  namoram. Sempre. Vamos supor, ainda, que não desistes de, sem nunca to dizer, teres quem te dê a entender: "eu estou aqui!". Então, se for assim, supondo claro, vai em frente. Mas... "nunca perguntes o caminho. Porque, senão, corres o risco de nunca te perderes".» 
-Eduardo Sá