sábado, 22 de dezembro de 2012

«Keep on the Balaclava»





Vivemos em busca do melhor para nós próprios e tentamos construir um mundo onde só nós temos passagem. Recusamos a partilha e desprezamos a suposta «inferioridade» dos que nos rodeiam. Estamos comandados para isso. Não passamos de máquinas programadas para a rotina.
Deixamos que nos levem e que nos arranquem a vontade própria até que, entramos num ciclo vicioso impossível de ser mudado. Aos poucos, deixamos de ter crenças, sonhos e objectivos sem sequer nos apercebermos da tragédia em que nos tornamos.
Aquilo em nos inserem nem sequer merece ser chamado de «vida» pois é demasiado melancólico para tal elogio.
Somos máquinas capazes de revolucionar algo se deixarmos que a avaria nos conquiste o sistema.

p.s.: como é que o «diferente» é igual para toda a gente?

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012


Há datas que me trazem memórias...que eu julgava ter já apagado da mente.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Yeh!




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O meu dia fica mais bonito quando:
Recebo a noticia de que os Arctic Monkeys vão estar no Super Bock Super Rock!!

domingo, 16 de dezembro de 2012

Uma tempestade e um copo de àgua




 



E quando penso que já não há mais nada para escrever sobre determinado assunto, acontece algo.
Quando penso que já consegui arrumar tudo dentro de uma caixa e fechá-la a sete chaves, tu apareces.
Quando julgo que já entrei na porta seguinte, apercebo-me que ainda estou presa. 
Apesar de achar que consigo ignorar o que acontece apercebo-me de que te tornaste numa parte maior do que o todo e, isso incomoda-me. Assusta-me o facto de estar dependente de algo. Perturba-me demasiado a ideia de me perder por «tua» causa.
Tenho medo que a dependência se agrave e, é esse o meu problema. O medo.